Nenhuma track óbvia. Curadoria construída como pesquisa — cada música passa por seleção, edição e adaptação antes de entrar num set.
Visual delicado. Entrega visceral. A surpresa é parte da experiência — você espera uma coisa e recebe outra muito maior.
150–190 BPM. Bass pesado, melodias que grudam, energia crescente. Um território próprio — não existe referência local porque ela é a referência.
Sem fórmula. Sem hype artificial. Quase uma década construindo identidade real — carreira pela raiz, não por atalho.
Cada transição tem propósito. Cada efeito tem motivo. Sets construídos pra cada evento, não replicados.
Pista cheia. Não é promessa — é histórico. Conexão real entre o som e quem está na frente. Sempre.
"Oráculo de Delfos: busca por entendimento profundo através do som. E é isso que cada set entrega."
Natural de Porto Alegre, cresceu indo em raves e descobriu cedo que música não é só som — é conexão. Desde 2017 constrói sets de progressive psytrance acelerado onde cada detalhe tem propósito.
Entre 150 e 190 BPM, o hiprog é a fusão da narrativa do progressive com a intensidade do hitech. Não é subgênero genérico — é identidade construída com consistência. A única trabalhando nessa vertente no RS.
Garimpo real, bootlegs customizados e edições próprias. Cada apresentação é personalizada pro evento — a energia da festa, o horário no lineup, o perfil da pista. Nada é reaproveitado sem intenção.
Com passagens por PVTs regionais, +15 festas no RS e apresentações no Paraná, o histórico fala por si. Técnica apurada sob mentoria de Rafael Segredo, Jean Devito, Maverick, Jobim e Pripa Miranda.
Reações reais da pista.
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